Jacqueline vira peça-chave no tabuleiro pós-eleição tampão no AM

(Foto: Danilo Mello/ Aleam)
A vereadora Jacqueline Pinheiro mantém o suspense sobre seu próximo movimento, em meio a um cenário que pode redesenhar forças tanto na Câmara Municipal quanto na Assembleia Legislativa. A indefinição não é por acaso. A parlamentar aguarda o desfecho da eleição tampão de 4 de maio, que tem como peça central o presidente da Aleam, Roberto Cidade. Caso ele avance ao Governo do Estado, abre-se uma vaga que pode catapultar Jacqueline diretamente ao cargo de deputada estadual titular já no dia seguinte ao pleito.
A fala curta e calculada da vereadora, ao afirmar para a Rede Onda Digital que só decidirá após o dia 4, ecoa como sinal de prudência política. Jacqueline mede não apenas o tempo de mandato, mas o alcance de poder. Na Aleam, teria projeção estadual até 2027. Na Câmara, preserva uma base consolidada até 2028. A escolha, portanto, vai além do cargo: envolve território político, visibilidade e capital eleitoral para 2026.
O efeito dominó dessa decisão também movimenta outras peças. Se Jacqueline migrar, abre espaço para o retorno de Caio André ao Legislativo municipal, mas ele deixou claro que segue na Secretaria de Cultura do Estado, então a vaga na Câmara tende a ficar com o suplente Neibe Araújo.





