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Polícia desmente que crianças desaparecidas no Maranhão teriam sido vistas em São Paulo

Polícia de SP, em cooperação com agentes do MA, confirmaram que crianças vistas não são Ágatha e Allan, sumidos há quase 1 mês
26/01/26 às 10:38h
Polícia desmente que crianças desaparecidas no Maranhão teriam sido vistas em São Paulo

(Foto: Reprodução)

A Polícia Civil de São Paulo informou, na manhã desta segunda-feira (26/1), que as crianças vistas em um hotel na República, no centro da capital paulista, não são Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, irmãos desaparecidos há quase um mês após saírem para brincar em Bacabal, no Maranhão.

Após denúncia recebida no sábado (24), a corporação começou a apurar possível avistamento das crianças. As forças de segurança maranhenses também teriam sido notificadas.

Após o acionamento, policiais de São Paulo foram até os endereços informados e constataram a informação de que as crianças avistadas não são as mesmas que desapareceram.


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Ágatha, Allan e um primo, Anderson Kauã, de 8 anos, desapareceram no dia 4 deste mês, após saírem para brincar em uma área de mata no território quilombola São Sebastião dos Pretos, em Bacabal, a 250 km de São Luís, no Maranhão.

Três dias depois, o primo de Ágatha e Allan foi localizado com vida, em uma área de mata no povoado Santa Rosa, a cerca de quatro quilômetros do local onde as crianças haviam sido vistas pela última vez. Anderson passou dias internado e recebeu alta no último dia 20, e passou a ajudar na busca pelos seus primos.

A operação de buscas concentra-se na região da cabana indicada por Anderson e no leito do rio Mearim, onde mergulhadores utilizam o equipamento side scan sonar para mapear o fundo do rio, gerando imagens detalhadas mesmo em águas turvas.

Voluntários também chegaram a encontrar novas peças de roupas infantis em uma área de mata no povoado quilombola. De acordo com informações dos voluntários envolvidos nas buscas, as roupas estavam próximas a uma gruta, dentro do perímetro onde as crianças sumiram. Depois, foi confirmado que os itens não pertenciam aos irmãos.

A busca pelas crianças chegou a mobilizar mais de 500 pessoas, entre integrantes da Polícia Civil, Marinha e Corpo de Bombeiros. Na última semana, o efetivo diminuiu, quando a procura passou a ser direcionada com foco na investigação policial.

*Com informações de CNN Brasil