Tribunal de Justiça do Amazonas esclarece que não há previsão de concurso público

Foto: Divulgação
O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) divulgou nota oficial, nesta segunda-feira (2/2), para desmentir informações que circulam nas redes sociais sobre a suposta titularidade de um prédio em construção nas proximidades de sua sede administrativa e sobre a realização de concurso público. Segundo o TJAM, as publicações são falsas e não partem de fontes institucionais.
Em comunicado, a Corte esclareceu que “não procede a divulgação, em redes sociais, em especial no perfil ‘souconcurseiro_tribunais’, de conteúdos que atribuem a este Poder Judiciário a titularidade de um prédio atualmente em construção”. O Tribunal ressaltou ainda que “o referido imóvel não pertence ao Tribunal de Justiça do Amazonas”.
Sobre concurso público, o TJAM foi categórico ao afirmar que “ainda não há previsão ou deliberação administrativa sobre a realização de concurso público para servidores desta Corte”. O órgão reforçou que informações oficiais sobre obras, projetos e eventuais certames são divulgadas exclusivamente por seus canais institucionais e recomendou que a população considere apenas conteúdos oficiais.
A nota é assinada pelo desembargador Jomar Fernandes, presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas.
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Após a divulgação do posicionamento oficial, o delegado Fábio Silva, que atua também como gestor e professor de curso preparatório para concursos, se manifestou por meio dos stories sobre a forma como o Tribunal conduziu o esclarecimento. Segundo ele, faltou diálogo antes da publicação da nota.
“Qual a necessidade do TJ ter feito uma nota como fez. Eu acho que deveria entrar em contato comigo, entrar em contato com o curso, pedir informações”, afirmou.
O delegado disse que, caso tivesse sido procurado, teria retirado o conteúdo do ar.
“Eu imediatamente deletaria o vídeo, faria algum vídeo de retratação. Isso realmente tá impactando bastante. Vários blogs estão entrando em contato comigo, o pessoal da imprensa, e os concorrentes estão se aproveitando desse momento”, disse.
Fábio Silva avaliou ainda que a situação poderia ter sido resolvida de forma mais simples.
“Na minha opinião, o TJ errou. Não deveria ir por esse caminho de já fazer uma nota como essa, pelo menos tentar um contato amigável com a gente aqui, sem nenhum problema a gente deletaria o vídeo”, concluiu.
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