Operação Wi-Fi: PF recebe provas sobre ONG ligada a filme sobre Bolsonaro

A Polícia Civil de São Paulo enviou nesta quarta-feira (26) à Polícia Federal, em Brasília, documentos e materiais apreendidos na Operação Wi-Fi. A medida atende a uma determinação do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF).
A operação investiga suspeitas de fraude em um contrato de R$ 108 milhões por ano com a Prefeitura de São Paulo. Agora, os dados também serão usados pela PF para apurar se emendas parlamentares podem ter ajudado a financiar a produção de um filme ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
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Além do inquérito completo, com depoimentos e relatórios, a polícia paulista encaminhou informações extraídas de celulares e computadores. Alguns aparelhos, porém, ainda não haviam sido desbloqueados por dificuldades técnicas. Nesses casos, os próprios dispositivos foram enviados à PF.
A solicitação partiu da Polícia Federal, que considera o material importante para investigar movimentações financeiras, documentos contábeis, pagamentos e possíveis relações entre empresas e entidades.
O inquérito do STF também analisa emendas destinadas ao Instituto Conhecer Brasil e à Academia Nacional de Cultura, organizações ligadas ao mesmo núcleo de gestão investigado pela PF.





