PF encontra 3 milhões de dólares escondidos em parede de casa em Curitiba

(Foto: Divulgação)
Durante uma operação conjunta da Polícia Federal (PF) e da Receita Federal nesta sexta-feira (08/03), cerca de US$ 3 milhões em dinheiro (equivalente a R$ 14,9 milhões na cotação atual) foram descobertos escondidos em uma parede de uma mansão em Curitiba (PR).
A ação, que envolveu aproximadamente 200 policiais federais, 20 auditores da Receita Federal e o apoio da Polícia Militar de Santa Catarina (PM-SC), também incluiu o cumprimento de mandados nos estados de Santa Catarina e Ceará. O objetivo principal da investigação é desmantelar um grupo criminoso envolvido em lavagem de dinheiro e tráfico de drogas.
De acordo com a investigação, o chefe do grupo usava pessoas e empresas como laranjas para lavagem de dinheiro e bens. O suspeito comprava imóveis em nome de uma imobiliária e de uma empresa, responsáveis pela aquisição de, ao menos, três imóveis de luxo na capital paranaense.
Na quarta-feira (06/03), a operação foi deflagrada, revelando que as empresas em questão apresentaram declarações à Receita Federal sem terem prestado qualquer tipo de serviço ou registro de venda de mercadorias.
Uma das empresas laranjas gastou mais de R$ 8 milhões na compra de máquinas. Dois indivíduos foram detidos, um em Curitiba e outro em Balneário Camboriú (SC). Segundo a Polícia Federal, o empresário preso no Paraná atua nos setores de transportes, construção civil e aluguel de máquinas pesadas.
Leia mais:
Operação policial apreende mais de mil objetos cortantes na Cracolândia
Segundo a PF, os investigados tiveram bens bloqueados, como imóveis urbanos e rurais, veículos de luxo, motos aquáticas, caminhões e maquinários agrícolas. Contas bancárias também foram bloqueadas.
Além do montante em dinheiro escondido na parede falsa, a polícia encontrou bolsas com mais de R$ 100 mil em espécie. Ainda foram localizadas duas remessas de drogas, uma delas com 700 kg de cocaína e outra com 800 kg do entorpecente.
Leia mais em Polícia

MPAM aponta feriado como motivo para falta de Promotor de Justiça em caso de bebê morto em Eirunepé

Médico investigado por morte de bebê durante parto em Eirunepé é solto

Família faz apelo por dona de churrasquinho sequestrada em Manaus: “Só queremos ela de volta”

“Erros médicos gravissímos”: Advogados da família de Benício apontam falhas até a intubação na UTI

“Não foi doença que matou nosso filho”: pais de Benício cobram laudo do IML quatro meses após morte
