9 em cada 10 brasileiros se automedicam; veja os riscos que muitos ignoram

A automedicação continua sendo um hábito comum entre os brasileiros, mas especialistas alertam para os riscos da prática. Segundo o Conselho Federal de Farmácia, nove em cada dez pessoas no país já utilizaram medicamentos sem orientação profissional.
O uso de remédios por conta própria, muitas vezes para tratar sintomas como dor de cabeça, febre ou resfriado, pode provocar efeitos adversos, alergias, alterações na pressão arterial e até danos a órgãos vitais. Dados da Associação Brasileira das Indústrias Farmacêuticas (Abifarma) apontam que cerca de 20 mil mortes por ano estão relacionadas ao uso inadequado de medicamentos.
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De acordo com especialistas, a orientação de farmacêuticos e médicos é fundamental para garantir o uso correto dos remédios, evitando doses inadequadas, interações medicamentosas e complicações de saúde. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) considera a automedicação um problema de saúde pública.
Profissionais da área também destacam que sintomas persistentes ou recorrentes devem ser avaliados por um médico, já que a automedicação pode mascarar doenças e atrasar o diagnóstico adequado.





