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Intoxicação em piscinas: veja sinais de alerta para evitar problemas

Após caso de intoxicação química em piscina de academia em SP, cuidados devem ser tomados ao se praticar atividade física na água
17/02/26 às 22:00h
Intoxicação em piscinas: veja sinais de alerta para evitar problemas

Foto: Shutterstock.

O caso recente ocorrido em uma academia da zona leste de São Paulo mostrou que falhas na manutenção de piscinas podem transformar um ambiente de lazer e bem-estar físico em riscos graves à saúde. Uma mulher morreu e outras quatro pessoas foram internadas após contato com a água da piscina. A suspeita é de intoxicação por produtos químicos, possivelmente ligada ao uso inadequado de substâncias como o cloro.

Sintomas mais comuns de intoxicação em piscinas

  • Ardência nos olhos, nariz e garganta;

  • Tosse e dificuldade para respirar;

  • Náusea e vômito;

  • Irritação ou queimaduras na pele.

Em casos mais graves, podem ocorrer:

  • Lesões pulmonares;

  • Edema nos pulmões;

  • Parada cardiorrespiratória.

Qualquer sintoma intenso ou persistente exige atendimento médico imediato.


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Sinais de que a piscina pode não estar segura

O primeiro fator a se considerar é o cheiro muito intenso de cloro. Reinaldo Bazito, professor de Química da USP, explica:

“Se você sentir um cheiro muito intenso de cloro, saia da água. Ela não pode estar cheirando intensamente a cloro. O cheiro de cloro tem que ser superficial, porque a quantidade de cloro necessário para desinfectar a água não é tão elevada assim”.

Também fique atento a:

  • Água turva ou com coloração alterada;
  • Ardência nos olhos logo ao se aproximar;

  • Falta de ventilação adequada no ambiente.

Água esverdeada, amarelada ou leitosa também deve ser evitada.

Piscinas coletivas devem passar por manutenção constante e seguir normas rígidas de segurança. Na dúvida,  melhor não entrar na água.

*Com informações de Saúde em Dia e G1

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