Intoxicação em piscinas: veja sinais de alerta para evitar problemas

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O caso recente ocorrido em uma academia da zona leste de São Paulo mostrou que falhas na manutenção de piscinas podem transformar um ambiente de lazer e bem-estar físico em riscos graves à saúde. Uma mulher morreu e outras quatro pessoas foram internadas após contato com a água da piscina. A suspeita é de intoxicação por produtos químicos, possivelmente ligada ao uso inadequado de substâncias como o cloro.
Sintomas mais comuns de intoxicação em piscinas
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Ardência nos olhos, nariz e garganta;
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Tosse e dificuldade para respirar;
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Náusea e vômito;
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Irritação ou queimaduras na pele.
Em casos mais graves, podem ocorrer:
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Lesões pulmonares;
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Edema nos pulmões;
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Parada cardiorrespiratória.
Qualquer sintoma intenso ou persistente exige atendimento médico imediato.
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Sinais de que a piscina pode não estar segura
O primeiro fator a se considerar é o cheiro muito intenso de cloro. Reinaldo Bazito, professor de Química da USP, explica:
“Se você sentir um cheiro muito intenso de cloro, saia da água. Ela não pode estar cheirando intensamente a cloro. O cheiro de cloro tem que ser superficial, porque a quantidade de cloro necessário para desinfectar a água não é tão elevada assim”.
Também fique atento a:
- Água turva ou com coloração alterada;
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Ardência nos olhos logo ao se aproximar;
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Falta de ventilação adequada no ambiente.
Água esverdeada, amarelada ou leitosa também deve ser evitada.
Piscinas coletivas devem passar por manutenção constante e seguir normas rígidas de segurança. Na dúvida, melhor não entrar na água.
*Com informações de Saúde em Dia e G1





