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Presidente da Colômbia, Gustavo Petro reproduz declaração oficial do governo da Venezuela

Presidente da Colômbia compartilhou comunicado do Governo Venezuelano que denuncia agressão militar dos Estados Unidos neste sábado
03/01/26 às 06:20h
Presidente da Colômbia, Gustavo Petro reproduz declaração oficial do governo da Venezuela

Explosões foram ouvidas ao longo da madrugada em Caracas e alvos militares foram vistos incendiados por bombas lançadas por caças norte-americanos

O presidente colombiano Gustavo Petro e o ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yván Gil Pinto, partilharam a declaração oficial do governo venezuelano na rede X, na qual descreve a “agressão militar perpetrada pelos Estados Unidos contra o território e a população civil em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira”. O governo brasileiro ainda não se manifestou sobre o ataque norte-americano e a crise na Venezuela.

De acordo com a declaração, esse ato viola a Carta das Nações Unidas ao contrariar princípios fundamentais de soberania, igualdade jurídica entre os Estados e proibição do uso da força, ameaçando, assim, a paz regional na América Latina e no Caribe.

A Venezuela acusa os EUA de quererem saquear os recursos estratégicos do país, em especial petróleo e minerais, com o objetivo de minar sua independência política.


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Último ato de Nicolás Maduro

Antes de ser capturado por Forças de Segurança dos EUA, conforme declarou o presidente Donald Trump, o presidente Nicolás Maduro assinou um decreto declarando estado de emergência externa em todo o território nacional e ordenou o envio do Comando de Defesa Integral da Nação. Trump disse numa rede social que Maduro e a mulher dele, Cilia Flores, foram retirados do país e levados para um local desconhecido.

“O governo está a convocar a mobilização popular e a ação das Forças Armadas Nacionais Bolivarianas, enquanto, diplomaticamente, apresentará queixas formais ao Conselho de Segurança da ONU, à CELAC e ao Movimento dos Países Não Alinhados”, afirma o comunicado.

A Venezuela reserva-se o direito de exercer a legítima defesa nos termos do artigo 51.º da Carta das Nações Unidas e solicita a solidariedade internacional, refere ainda o comunicado.

 

*Com informações da Euronews.