Saiba quem era adolescente de 14 anos estuprada e enforcada pelo padrasto no DF

Foto: Reprodução / Redes sociais
A adolescente Ester Silva, de 14 anos, foi brutalmente morta pelo padrasto, Marlon Rocha, 28 anos, na madrugada de domingo (18/1), em Planaltina (DF). Segundo as investigações, o acusado matou a enteada após estuprá-la dentro da casa em que a família mora.
O Instituto Médico Legal (IML) ainda não divulgou o resultado do laudo cadavérico, mas o artigo 217-A do Código Penal Brasileiro define como “estupro de vulnerável” qualquer conjunção carnal ou ato libidinoso com criança ou adolescente, independentemente do consentimento.
Ester era estudante do ensino fundamental e morava com a mãe e uma irmã. O caso bárbaro abalou profundamente familiares e amigos. “Mesmo quando a presença se vai, o amor permanece, moldando o silêncio com memórias. Sentiremos saudades”, escreveram em uma postagem pelas redes sociais.
“A Ester já tive como minha filha”, comentou Denise Fonseca, amiga da família.
Segundo Denise, a mãe de Ester está sofrendo muito e não tem condições pagar enterro digno para a filha. Por isso, parentes e amigos organizaram uma vaquinha. A chave Pix é 665.037.521-72, e a titular é Sandra Cristina Araujo Amador Silva. “Peço que vocês orem por essa família que está sofrendo nesse momento”, pontuou.
Marlon Carvalhedo foi preso. Cinco dias antes de matar a própria a enteada e estuprá-la, ele roubou um carro e fugiu da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). O crime aconteceu na terça-feira (13/1) e mobilizou equipes da corporação – que buscaram o suspeito em uma região de mata fechada.
Na ocasião, o criminoso abordou a vítima em uma rua comercial da região, retirou um objeto da parte de trás da bermuda e passou a ameaçar o motorista, um homem de 54 anos. Após roubar o carro, Marlon seguiu viagem em direção ao Varjão (DF).
A vítima acionou o 190, e os policiais do 20º Batalhão e o Batalhão de Policiamento Rodoviário (BPRv) avistaram o carro nas imediações da Prainha (MI-04) e iniciaram a perseguição.
Após 20 minutos de perseguição, Marlon perdeu o controle do veículo e colidiu com uma viatura e, em seguida, com uma árvore.
Ele então saiu do veículo e correu a pé para uma área de mata, desde então, estava foragido.
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Ficha criminal
- Marlon Carvalhedo da Rocha foi preso no domingo (18/1), após matar e tentar estuprar a própria enteada;
- O crime ocorreu no condomínio Total Ville 3. A vítima tinha lesões no pescoço e no rosto;
- Relatos apontam que ele saiu do quarto em que dormia com a companheira e entrou no cômodo em que a jovem e outra menina dormiam. Foi lá que ele cometeu o crime;
- À polícia a mãe da garota disse que, na noite anterior, durante o jantar, toda a família tomou um suco, mas que só ela e as filhas teriam ficado absurdamente sonolentas;
- Já de madrugada, quando acordou, a filha mais nova estava no quarto. Quando questionada, a menina teria dito que o padrasto havia mandado ela dormir lá;
- A mãe foi ao quarto das outras garotas e encontrou a mais velha já sem vida.
Segundo a PMDF, Marlon possui outros crimes em sua ficha criminal, como outros dois casos de estupros: um contra a própria mãe e outro contra uma criança de 11 anos.
Em agosto de 2019, Marlon foi acusado de abusar sexualmente de uma criança de 11 anos. Segundo a mãe da vítima, ela, o marido e suas três filhas participavam de um almoço em uma chácara quando o crime ocorreu.
Ainda de acordo com a mulher, Marlon chegou ao local visivelmente embriagado e sob efeito de entorpecentes. Em determinado momento, a mãe informou que foi descansar e deixou as filhas sob a supervisão da mais velha.
Após procurá-las por aproximadamente uma hora, encontrou inicialmente apenas uma das filhas, que relatou que o homem havia levado a irmã, de 11 anos, à força para a cachoeira. Pouco depois, a vítima foi localizada e relatou ter sofrido abuso sexual, além de ter sido ameaçada de morte por ele.
Cerca de quatro anos depois, em dezembro de 2023, Marlon teria estuprado a própria mãe. A PMDF foi acionada e, quando chegou ao local, encontrou o criminoso já contido no chão, próximo ao pai e ao irmão.
Na época, de acordo com a corporação, Marlon estava em saída temporária de Natal. A companheira da mãe de Marlon confirmou o crime por meio de um vídeo gravado logo após o fato.






