PMs acusados de chacina no Ramal Água Branca voltam a trabalhar na polícia em Manaus

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Os dez policiais militares acusados de envolvimento na chacina ocorrida em 2022, no Ramal Água Branca, na AM-010, que resultou na morte de quatro pessoas, retornaram às atividades na Polícia Militar do Amazonas. Atualmente, eles estão lotados na Diretoria de Ensino da corporação, setor responsável pela gestão e coordenação da formação educacional interna.
Os policiais são os segundos-sargentos Charly Fernandes, Jonan Sena; o terceiro-sargento Raimundo Torquato, os cabos Diego Bruce, Stanrley Cavalcante, Anderson Souza, Maykon Horara; e os soldados Dionathan Costa, Weverton Oliveira e Marcos Miller.
Os militares foram acusados de matar Diego Máximo Gemaque, 33 anos; Lilian Daiane Máximo Gemaque, 31 anos; Alexandre do Nascimento Melo, 29 anos; e Valéria Pacheco da Silva, 22 anos, dentro do carro de uma das vítimas, no dia 20 de dezembro de 2022.
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A decisão foi publicada, no dia 08 de janeiro, no Diário Oficial do Estado. No documento, a PM revela que serão mantidas as medidas cautelares e que eles não participarão do Serviços Extra Gratificado dos Policiais Militares (SEG) “enquanto perdurar a medida restritiva”.
Em nota, a Polícia Militar informou “que a revogação publicada atende determinação da Justiça, que conforme decisão, solicitou que os policiais militares retornem ao trabalho na corporação em atividades administrativas e sem utilização de armas de fogo”.








