Tinitus: quando o zumbido no ouvido vira sinal de alerta

O Tinnitus, conhecido como zumbido no ouvido, pode estar associado a fatores como estresse, exposição a ruídos intensos e diferentes condições de saúde. Especialistas alertam que, quando o sintoma é persistente e dura semanas, é importante procurar avaliação médica.
O problema atinge cerca de 28 milhões de pessoas no Brasil e se caracteriza pela percepção de sons sem fonte externa, como chiados, apitos ou estalos, que podem ocorrer em um ou ambos os ouvidos. Em alguns casos, o incômodo é leve, mas também pode ser constante e afetar a qualidade de vida.
Entre as principais causas estão a perda auditiva, presente na maioria dos casos, acúmulo de cera, infecções no ouvido e lesões na região. Outras condições, como disfunção da articulação temporomandibular (ATM), doenças crônicas (como diabetes e hipertensão) e alterações emocionais, incluindo ansiedade e depressão, também podem contribuir para o surgimento do sintoma.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda evitar exposição prolongada a sons acima de 70 decibéis, já que níveis elevados de ruído podem prejudicar a audição e favorecer o aparecimento do zumbido.
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O zumbido no ouvido pode ter diversas causas, sendo a principal a perda auditiva, frequentemente associada à exposição a sons altos e ao envelhecimento. Outros fatores comuns incluem o acúmulo de cera no canal auditivo e infecções no ouvido, que alteram a pressão interna e podem provocar sintomas como dor, tontura, febre e redução da audição.
Problemas na articulação temporomandibular (ATM), como o bruxismo, também estão relacionados ao zumbido, além de doenças crônicas como hipertensão, diabetes e distúrbios hormonais. O consumo de substâncias como cafeína, álcool e nicotina pode agravar o quadro.
Outra possível causa é a sensibilização central, quando o cérebro passa a interpretar de forma exagerada estímulos sonoros. Esse processo pode intensificar a percepção do zumbido e impactar a qualidade de vida, estando associado a condições como fibromialgia e enxaquecas.
O diagnóstico costuma ser feito por exclusão, com exames como audiometria e avaliações clínicas para identificar a causa. O tratamento varia conforme a origem do problema e pode incluir mudanças de hábitos, uso de medicamentos ou acompanhamento com especialistas.
Medidas como evitar sons altos, manter alimentação equilibrada, praticar atividades físicas e controlar o estresse podem ajudar a reduzir os sintomas. Ainda assim, a orientação médica é essencial para prevenir complicações e garantir o tratamento adequado.





