Reajuste de remédios é o menor em 20 anos; veja como consultar preços atualizados

O reajuste anual dos medicamentos em 2026 terá índice médio de até 2,47%, o menor registrado no Brasil nos últimos 20 anos. O percentual ficou abaixo da inflação acumulada em 12 meses, de 3,81%, o que indica um impacto mais leve no bolso do consumidor.
A definição foi publicada pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) em março deste ano e segue as regras da Lei nº 10.742/2003, que regula os preços do setor farmacêutico no país. O reajuste ocorre uma vez por ano e estabelece apenas o limite máximo que pode ser aplicado.
Na prática, isso significa que os aumentos não são automáticos. Farmácias e fabricantes podem aplicar reajustes menores ou até manter os preços, dependendo da concorrência e das condições do mercado.
Leia mais
O que significam as tarjas coloridas nas embalagens dos remédios? Entenda
Nova lei permite que supermercados passem a vender remédios; entenda
Para 2026, foram definidos três níveis de reajuste: até 3,81% para medicamentos com maior concorrência, até 2,47% para nível intermediário e até 1,13% para produtos com pouca ou nenhuma concorrência.
Algumas categorias seguem regras próprias e não entram nesse modelo, como fitoterápicos, homeopáticos e parte dos medicamentos isentos de prescrição. A lista oficial pode ser consultada no site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), onde estão os preços atualizados após o reajuste.





