Ancelotti fala em “princípio de um novo ciclo” após eliminação do Brasil na Copa

Em coletiva após a eliminação do Brasil frente à Noruega em partida pela Copa do Mundo, o técnico Carlo Ancelotti falou sobre renovação de um ciclo na seleção brasileira.
“É óbvio que estamos profundamente tristes, porque acho que o time até agora não fez um Mundial espetacular, mas um bom Mundial. Acho que no jogo de hoje poderia ganhar. E quando acontece um momento assim, você tem que pensar que uma derrota é uma nova aventura, uma nova temporada. Temos que continuar trabalhando, melhorando, encontrar novas ideias. Eu acho que não é o fim, é um princípio de um novo ciclo essa derrota”, disse o treinador.
Ele também comentou sobre a escolha de Bruno Guimarães para bater um pênalti sofrido pelo Brasil no primeiro tempo da partida, o qual o jogador acabou desperdiçando. Ancelotti disse: “Fizemos uma estatística de um ano dos jogadores rivais e também dos nossos. O melhor era Neymar, Igor Thiago, Raphinha e depois, Bruno Guimarães. E depois, Martinelli. Escolhemos Bruno porque pensamos que era o melhor no campo”.
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O técnico também fez um diagnóstico do jogo: “A gente sabia que eles poderiam jogar com esse estilo. Eles tentaram manter a intensidade do jogo baixa, uma posse de bola, uma dificuldade para pressionar alto. Obviamente, a gente também não queria pressionar alto. Por 70 minutos, o jogo estava sob controle. Depois disso, o Haaland já apareceu e decidiu o jogo”.
E finalmente, falou sobre a tristeza da eliminação do Brasil. Ancelotti disse: “É uma experiência, pela minha parte, de desilusão. Porque estávamos muito tristes, mas foi uma experiência bonita, nós criamos um bom grupo, agradecer aos jogadores que trabalharam muito bem, que criaram um bom ambiente. Mas nem sempre no esporte tudo está perfeito. Eu acho que o esforço de hoje não se merecia perder, mas temos que avaliar também o time rival que tem e que temia, e como já disse, houve jogadores muito bons que marcaram a diferença”.
Carlo Ancelotti está com contrato renovado para continuar comandando a seleção brasileira.





