Wagner Moura cita Bolsonaro em tom decisivo para criação de ‘O Agente Secreto’
Wagner Moura conta que a eleição de Jair Bolsonaro foi o ponto de partida para o filme e fala sobre memória, ditadura e democracia
18/01/26 às 16:44h

Durante entrevista no tradicional programa de talk show americano The Daily Show, o ator brasileiro Wagner Moura, de 49 anos, comentou que a eleição de Jair Bolsonaro teve impacto direto na criação de “O Agente Secreto”. Segundo ele, mesmo com o fim oficial da ditadura militar em 1985, os resquícios daquele período continuam vivos na sociedade brasileira.
“Quando nós elegemos um presidente de extrema-direita em 2018, esse homem foi como uma manifestação física desses ecos”, disse o ator, ao se referir ao ex-presidente.
Moura ainda ‘agradeceu’ ao ex-presidente pelo filme ‘O agente secreto’.
“O filme recebeu um grande reconhecimento do Festival de Cannes. E em um dos prêmios que recebi, eu agradeci a ele (Bolsonaro). Sem ele, não teríamos feito o filme. O filme nasce a partir da perplexidade compartilhada por mim e Kleber Mendonça Filho diante do que estava acontecendo no Brasil entre 2018 e 2022”, disse o ator.
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Veja a entrevista:
Por Ana Flávia Oliveira | 18/01/26 às 16:44h






