Vereador Eduardo Alfaia atribui manifestação de professores a “viés eleitoreiro”

O líder do prefeito na Câmara Municipal de Manaus e pré-candidato a deputado estadual, Eduardo Alfaia (Avante), afirmou nesta segunda-feira (25) que a manifestação de professores e pedagogos da rede municipal durante sessão da Casa possui “viés político-eleitoreiro”. A declaração foi dada após o protesto realizado por profissionais da educação que reivindicam reajuste salarial e interromperam temporariamente os trabalhos legislativos.
Segundo Alfaia, a gestão municipal tem seguido a legislação que unificou as datas-base dos servidores públicos municipais e, por isso, não haveria tratamento diferenciado para categorias específicas.
“Está sendo dada a correção para todos os servidores públicos municipais e nós temos hoje uma legislação que estabelece a unificação destas datas-base. Quando você trata uma categoria de forma diferenciada, você está cometendo injustiça e até discriminando as demais categorias”, declarou. O vereador também afirmou que, desde a gestão do ex-prefeito David Almeida, todos os reajustes e correções salariais do período teriam sido concedidos.
No campo político, Alfaia avaliou que o movimento estaria sendo influenciado pelo cenário eleitoral.
“Eu entendo que o viés é eleitoreiro e isso termina contaminando o debate, uma discussão séria e com responsabilidade pública”, disse. O parlamentar acrescentou ainda que os manifestantes presentes na Câmara não representariam a maioria dos servidores da educação e defendeu que houve diálogo por parte da administração municipal. “Eles foram recebidos pela Secretaria de Educação diversas vezes, sempre houve diálogo e tratamento com seriedade”, afirmou.
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Alfaia também destacou que o prefeito Renato Junior manterá diálogo com todas as categorias do funcionalismo municipal. Sobre o reajuste dos servidores, o paarlamentar informou que a matéria ainda tramitaria na Casa e demonstrou expectativa de aprovação ainda nesta segunda-feira.
Enquanto isso, o movimento organizado pelo AspromSindical mantém a cobrança por reajuste de 12%, valorização do auxílio-localidade e reabertura da mesa de negociações com a Prefeitura de Manaus.





