Trump anuncia ataque militar à Venezuela e captura de Nicolás Maduro e Cilia Flores

Capital da Venezuela, Caracas foi atacada por caças das Forças de Segurança dos EUA
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou, nas primeiras horas deste sábado (3/1), que forças militares invadiram a Venezuela, bombardearam a capital Caracas e retiraram do país o presidente Nicolás Maduro e a esposa dele, Cilia Flores.
“Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado, juntamente com sua esposa, e retirado do país por via aérea”, escreveu Trump numa rede social.
Ao longo da madrugada deste sábado uma série de explosões foram ouvidas em Caracas e também em outras regiões costeiras do País vizinho, que desde meados do ano passado sofre uma pressão militar inédita na história da América Latina, com o Comando Sul das Forças Armadas mantendo uma operação que destruiu lanchas com supostos carregamentos de drogas, apreendeu navios petroleiros e asfixiou as finanças do país comandado por Maduro desde a morte de Hugo Chaves, em 2013.
De acordo com Trump, a ação foi conduzida em conjunto com as forças de segurança americanas. O presidente não informou para onde Maduro e a esposa foram levados.
Trump afirmou ainda que mais detalhes sobre a operação serão apresentados durante uma coletiva de imprensa marcada para as 13h, horário de Brasília.
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Governo venezuelano se pronuncia
Logo após o início dos ataques das forças de segurança dos EUA, o governo da Venezuela publicou um comunicado afirmando que o país estava sob ataque. Caracas não confirmou que Maduro foi capturado e disse que o presidente venezuelano convocou forças sociais e políticas a ativar planos de mobilização.
“O presidente Nicolás Maduro assinou e ordenou a implementação do decreto que declara o estado de Comoção Exterior em todo o território nacional, para proteger os direitos da população, o pleno funcionamento das instituições republicanas e passar de imediato à luta armada”, diz o texto.
*Com informações de G1 e Uol






