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MP investiga atuação de ex-delegado no caso do cão Orelha em Florianópolis

Eex-delegado tem 15 dias para apresentar sua manifestação sobre o caso
16/03/26 às 22:01h
MP investiga atuação de ex-delegado no caso do cão Orelha em Florianópolis

Foto: Reprodução

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) abriu um inquérito civil para apurar a atuação do ex-delegado-geral do estado, Ulisses Gabriel, no caso do cão Orelha, um cachorro comunitário que morreu após suposta agressão na Praia Brava, em Florianópolis, no início de janeiro.

Segundo o MP, a 40ª Promotoria de Justiça da Capital, responsável pelo controle externo da atividade policial, iniciou a apuração após receber diversas denúncias sobre a conduta do delegado no episódio envolvendo cães da região. Inicialmente, foi aberto um procedimento preparatório para avaliar a necessidade de investigação mais aprofundada.


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O inquérito também inclui o caso do cão Caramelo, que teria sido agredido por adolescentes na mesma praia. Após o episódio, o animal acabou sendo adotado por Ulisses Gabriel.

Depois de analisar os documentos e as denúncias recebidas, a promotoria decidiu transformar o procedimento inicial em inquérito civil. No entanto, o MP não detalhou quais condutas estão sendo investigadas.

Com a abertura do inquérito, o ex-delegado tem 15 dias para apresentar sua manifestação sobre o caso e sobre os documentos analisados pelo Ministério Público.

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