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Atestado de óbito confirma que corretora morreu com tiro na cabeça

Atestado de óbito confirma que corretora morreu por "traumatismo cranioencefálico" causado por projétil de arma de fogo
04/02/26 às 10:24h
Atestado de óbito confirma que corretora morreu com tiro na cabeça

Daiane Alves Souza desapareceu dentro do prédio onde mora em Caldas Novas, GO
(Foto: Reprodução).

Um tiro na cabeça foi confirmado como sendo a causa da morte da corretora de imóveis Daiane Alves Souza, de 43 anos. A informação consta no atestado de óbito da mulher, e foi divulgada pelo advogado da família dela, Plínio Mendonça.

De acordo com a declaração de óbito, a causa da morte é apontada por “traumatismo cranioencefálico” provocado por “projéteis de arma de fogo”. A hora exata da morte da vítima não consta no documento.

O documento também ratifica que Daiane foi encontrada em terreno baldio, área que foi apontada pelo síndico Cléber Rosa de Oliveira, 49 anos, como o local de ocultação do corpo. Cléber confessou o assassinato de Daiane.


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Desaparecimento da corretora

Daiane havia sido vista pela última vez na noite de 17 de dezembro, quando desceu ao subsolo do prédio onde mora para verificar um problema de corte de energia no apartamento dela (o que era uma situação frequente).

Familiares registraram BO após constatar o desaparecimento. Dias depois, uma amiga da família envia um vídeo de Daiane tentando resolver o problema de fornecimento de energia elétrica em um dos apartamentos que ela administrava em Caldas Novas, onde foi vista pela última vez. Nas imagens, é possível vê-la entrando e saindo do elevador.

As imagens da câmera de segurança mostram a porta do elevador se abrindo no subsolo e Daiane saindo. A partir desse momento, não houve mais registros da mulher.

Daiane e Cléber tinham desavenças quanto à administração de aluguel por temporada no condomínio. Por meio de investigações, a Polícia Civil de Goiás identificou imagens de câmeras do prédio no dia do desaparecimento da corretora, que mostraram o síndico Cléber saindo com o veículo a caminho de uma região de mata com a capota da caminhonete fechada e, depois de 40 minutos, retornando com a capota aberta.

Ao ser confrontado pela polícia, ele admitiu o crime. A PCGO continua com as investigações acerca dos desdobramentos da morte de Daiane.

A corporação informou que o telefone da vítima foi localizado e apreendido durante uma perícia no condomínio de Daiane, na sexta-feira (30/1). O aparelho estava em uma tubulação de esgoto da garagem.

*Com informações de Metrópoles