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Presidente do Grupo Samel denuncia subnoticação e contesta ocupação de leitos por covid no Amazonas

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Em um vídeo divulgado nas redes sociais na noite desta quinta-feira (20), o presidente do Grupo Samel, Luis Alberto Nicolau, contestou os dados epidemiológicos divulgados pelo governo do Amazonas sobre os casos de Covid-19 no estado. O gestor hospitalar afirmou que os números oficiais causam a falsa impressão de que as taxas de ocupação dos leitos públicos para Covid-19 estariam no limite e, também, denunciou uma possível subnotificação de centenas de óbitos pela doença.

Com base nos boletins da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-RCP/AM), Nicolau observou que a oferta atual de leitos para Covid-19 no sistema público de saúde é três vezes menor do que no mês de janeiro do ano passado. Entre leitos clínicos, de UTI e sala vermelha, o Estado mantinha 1.530 leitos ativos em janeiro de 2021. Hoje, esse quantitativo caiu para apenas 518 leitos.

“Foi divulgado por um site que o hospital 28 de Agosto estava com 100% da sua capacidade de UTI lotada. Hoje em dia, o 28 de Agosto tem apenas 12 leitos de UTI disponíveis para Covid-19. Então, é muito fácil chegar em 100% de 12. Não precisa ser nenhum grande matemático para chegar a essa conclusão”, argumentou Nicolau.

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Luis Alberto Nicolau apresentou uma nova análise comparativa reforçando a tese de que a variante ômicron não deve ser motivo de pânico para a população, que deve se vacinar e manter os cuidados sanitários. Ao comparar dados da FVS-RCP e do Portal da Transparência do Registro Nacional, o presidente da Samel denunciou que pelo menos 516 óbitos por Covid-19 podem não ter sido contabilizados em janeiro de 2021, no pico da segunda onda de infecções em Manaus.

Enquanto os boletins da FVS-RCP apontam 818 mortes nos primeiros 19 dias do ano passado, dados estatísticos do Registro Nacional, que é mantido por cartórios de todo o país, registraram um total de 1.334 registros de óbitos por Covid-19 no mesmo período.

“Nunca esses números poderiam ser maiores que os da FVS. Pasmem: sumiram mais de 500 óbitos. Não existem nas estatísticas da FVS e é claro que esse número é muito maior”, alertou Nicolau.

Ainda de acordo com os números do Registro Nacional, foram notificados 17 óbitos por Covid-19 entre os dias 1º e 19 de janeiro deste ano, o que significa uma redução de 7.847% na taxa de letalidade pela doença na capital amazonense.

“Isso confirma o que estamos dizendo. Diferente daqueles que estão querendo ‘tocar o terror’ na cidade, nós tivemos 78 vezes menos óbitos, mesmo com recorde de contaminação. Qualquer pessoa pode ver que a variante é muito mais contagiosa, mas interna muito menos”.

O gestor hospitalar ressaltou que as informações oficiais sobre o número de leitos e óbitos podem induzir uma falsa noção sobre o atual estágio da pandemia, e acrescentou que a subnotificação de registros deve ser investigada. “Isso aqui é muito sério, as autoridades têm que fazer uma auditoria, uma fiscalização sobre isso. Isso é um absurdo”, concluiu Nicolau.

 

Via assessoria

 

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