Disney+ ultrapassa Netflix e assume 2º lugar no streaming no Brasil

Uma pesquisa do guia de streaming JustWatch, divulgada nesta segunda-feira (3/8), aponta uma mudança no mercado brasileiro de streaming no segundo trimestre de 2026. Segundo o levantamento, a Netflix caiu para o terceiro lugar na preferência dos brasileiros, sendo ultrapassada pelo Disney+, que assumiu a vice-liderança do mercado.
Amazon Prime Video lidera o mercado
De acordo com a pesquisa, o Amazon Prime Video ficou com 21% do mercado e das interações monitoradas pela empresa entre abril e junho. O Disney+ aparece na sequência, com 19%, enquanto a Netflix caiu para 18%, perdendo a vice-liderança.
O Disney+ também registrou o maior crescimento do período, com ganho de três pontos percentuais no trimestre. Já a Netflix encolheu três pontos percentuais no mesmo intervalo.

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Demais posições do ranking
A HBO Max ficou em quarto lugar, com 11% de participação, mesmo com queda de um ponto percentual nos recortes trimestral e anual. A Apple TV+ subiu para 9% de adesão e superou a Globoplay, plataforma de streaming da Globo, que registrou 8% de participação.
A lista de operadoras consideradas pelo relatório inclui ainda a Paramount+ (6%), a plataforma voltada a cinema independente Mubi (3%) e a Claro Video (1%). Outras empresas de menor alcance somam, juntas, 4% do mercado.

Os dados consolidados pela JustWatch foram extraídos do monitoramento de mais de 7 milhões de interações realizadas por usuários brasileiros no aplicativo e no site da empresa entre abril e junho de 2026. As participações de mercado indicadas pela JustWatch são calculadas a partir do engajamento dos usuários em seu site, TV e aplicativos móveis.
Streaming aposta em eventos esportivos
As plataformas de streaming têm investido na transmissão de eventos esportivos como tendência mundial, e no Brasil não tem sido diferente. A transmissão de grandes eventos, como a Copa do Mundo, deve impactar cada vez mais a divisão do mercado.
Segundo a CNBC, Netflix, Disney e YouTube devem se envolver na disputa pelos direitos de transmissão das Copas do Mundo de 2030 e 2034 nos Estados Unidos.





