Vox Brasil: economia é o tema que mais pesa na escolha do voto para presidente

Economia e emprego, segurança e saúde concentram as principais preocupações dos brasileiros às vésperas do primeiro turno das eleições de 2026, segundo pesquisa nacional do Instituto Vox Brasil divulgada nesta terça-feira (29/9). Os três temas somam 78,2% das respostas quando os entrevistados são questionados sobre qual é o principal problema do país.
Economia e emprego é o principal problema para 31,7% dos entrevistados. Segurança vem na sequência, com 27,6%, e saúde foi apontada por 18,9%. Educação aparece com 8,2%, corrupção com 6,1% e meio ambiente com 2,3%. Outros problemas foram citados por 3,9%, e 1,3% não soube ou não opinou.
A pesquisa ouviu 2.100 pessoas entre 26 e 28 de setembro, em todo o país. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00895/2026. A margem de erro é de 2,15 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Economia lidera também na influência sobre o voto
A percepção sobre os principais problemas do país se aproxima dos temas que mais influenciam a escolha do eleitor para Presidente da República. A economia é apontada por 31,4% como o assunto que mais pesa na decisão do voto.
Segurança aparece em segundo lugar, com 24,8%, e saúde em terceiro, com 17,6%. Corrupção foi citada por 10,8%, religião e valores por 7,6% e meio ambiente por 2,8%. Outros temas somaram 3,8%.
A pesquisa também mostra divisão na percepção dos entrevistados sobre a própria situação financeira. Para 35,2%, a situação melhorou em comparação com o ano anterior. Para 33,7%, piorou. Outros 29,4% disseram que ela permaneceu igual, enquanto 1,7% não soube ou não opinou.
Expectativa para o próximo governo
Quando questionados sobre a expectativa para o Brasil depois da eleição, 39,6% dos entrevistados se declararam otimistas. Outros 30,8% disseram estar pessimistas e 27,4% adotaram posição neutra. A parcela que não soube ou não opinou foi de 2,2%.
O grupo otimista é o maior entre as respostas, mas não representa maioria absoluta dos entrevistados. Somadas, as respostas pessimistas e neutras chegam a 58,2%.
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