Renan Santos volta a criticar ZFM: “Não faz sentido fazer moto num lugar logisticamente distante”

Em sabatina à CNN Brasil na manhã desta quinta-feira (17/9), o pré-candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) voltou a atacar o modelo da Zona Franca de Manaus (ZFM). Ao defender a redução dos incentivos fiscais federais para equilibrar as contas do governo, o candidato afirmou que acabaria com a maioria deles, a começar pela ZFM.
Renan Santos disse que pretende reduzir R$ 250 bilhões em despesas do governo federal e que a revisão dos benefícios tributários faria parte desse plano. Ao ser perguntado sobre setores que seriam atingidos, ele se referiu especificamente à Zona Franca e citou a empresa Honda.
“Isso cruza qualquer limite”, diz candidato
“A começar pela Zona Franca de Manaus”, disse Renan ao falar dos incentivos. “Só uma empresa chamada Honda, na Zona Franca de Manaus, tem 16 bilhões de reais em renúncia fiscal. Isso é um absurdo. Isso cruza qualquer limite”.
E continuou: “Vá fazer moto em São Paulo, em Minas, vá fazer na Bahia, onde tem mercado consumidor. Não faz sentido fazer num lugar que é logisticamente distante, a gente tem que pagar pra fingir que tá produzindo lá”.
Veja abaixo:
Esse valor apresentado pelo candidato não foi confirmado como dado oficial da Suframa.
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Segunda crítica pública ao modelo da ZFM
Essa não foi a primeira vez que o candidato do Missão criticou o modelo econômico da ZFM. Em agosto, na sabatina dos sites G1 e O Antagonista, Renan Santos já havia defendido uma reavaliação do modelo adotado em Manaus. Segundo ele, o volume de benefícios concedidos não seria compatível com os resultados gerados.





