“Quem entregou vai ser reconhecido”, afirma Wilson Lima sobre eleições

O ex-governador do Amazonas e pré-candidato ao Senado, Wilson Lima, afirmou nesta quarta-feira (3) que vive seu “melhor momento político” ao comentar os cenários para as eleições de 2026. Durante entrevista à JP News Manaus, ele disse que os resultados de quase sete anos de gestão e o desempenho nas pesquisas fortalecem sua pré-candidatura ao Senado Federal.
Ao falar sobre a próxima disputa eleitoral, Wilson afirmou que o diferencial dos candidatos será a capacidade de apresentar resultados concretos e defender os interesses do Amazonas, especialmente temas ligados à Zona Franca de Manaus. Sem citar adversários, ele criticou políticos que, segundo ele, não conhecem profundamente o principal modelo econômico do estado.
Durante a entrevista, o ex-governador destacou ações realizadas em sua gestão nas áreas de segurança, tecnologia e conectividade no interior. Entre os projetos citados estão o Amazonas Conectado, o Centro de Mídias da Educação e o sistema de monitoramento inteligente “Paredão”. Segundo Wilson, essas iniciativas ajudam a reforçar sua credibilidade junto ao eleitorado.
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Segundo ele, os resultados dessas iniciativas reforçam sua credibilidade junto ao eleitorado.
“O que interessa, no final das contas, são as entregas que a gente faz. Contra os números não há argumento”, declarou.
O ex-governador relembrou estratégias ao longo dos mandatos à frente do governo estadual, como o uso de imagem de autoridade em repartições públicas, algo comum no estado.
“Não tem uma foto minha, não teve, em nenhuma secretaria e nem repartição do Estado. Eu determinei que fossem colocadas as fotos de trabalhadores e de servidores públicos, porque efetivamente são essas pessoas que fazem com que o Estado caminhe.”
Em outro momento, ele complementa:
“Não permiti que nenhuma obra, seja municipal, seja do Estado, fosse colocada em nome de qualquer parente meu. Porque entendo que a administração pública é impessoal. Ela é pública. Ela é do cidadão, da coletividade. Ela não pertence à família do governador e nem à família do prefeito.”





