PL lança Rogério Marinho como candidato à Presidência do Senado em 2027

O Partido Liberal (PL) anunciou nesta quarta-feira (4/11) o senador Rogério Marinho (PL-RN) como candidato da legenda à Presidência do Senado Federal. A escolha foi divulgada nas redes sociais do partido. A eleição para o comando da Casa está marcada para 1º de fevereiro de 2027, quando termina o mandato do atual presidente, Davi Alcolumbre (União-AP).
Na publicação, o PL apresentou Marinho como líder da oposição no Senado e secretário-geral da legenda. O partido afirmou que a candidatura representa o compromisso com a defesa da liberdade e com pautas voltadas às famílias e ao futuro do Brasil.
“A hora de fortalecer a nossa voz no Congresso é agora”, diz o texto divulgado pela sigla, que também convocou apoiadores a deixarem mensagens de incentivo nos comentários. Em aproximadamente 45 minutos, a publicação havia ultrapassado 25 mil curtidas e 1,3 mil comentários.
Esta não é a primeira tentativa de Rogério Marinho de assumir o comando do Senado. Em 2023, ele disputou o cargo contra Rodrigo Pacheco (PSD-MG), mas foi derrotado por 49 votos a 32.
Na eleição seguinte, em 2025, o PL apoiou a candidatura de Davi Alcolumbre, que venceu a disputa com 73 dos 81 votos dos senadores.
Leia mais
PL articula apoio a Hugo Motta na Câmara em troca de força para Marinho no Senado
Nikolas diz que Rogério Marinho no Senado é necessidade institucional para o país
Disputa em 2027
A próxima eleição para a Presidência do Senado será realizada em 1º de fevereiro de 2027. A votação é secreta e envolve os 81 integrantes da Casa.
Alcolumbre articula a permanência no cargo e afirmou, em outubro, contar com o apoio de 41 senadores, mas não divulgou os nomes. Do outro lado, a oposição busca organizar uma candidatura única para disputar a presidência.
A senadora Tereza Cristina (PP-MS) também já sinalizou interesse em concorrer ao posto, o que pode ampliar a disputa entre os parlamentares.
O cenário será influenciado ainda pela nova composição do Senado. Das 54 cadeiras em disputa nas eleições de 2026, 40 terão novos ocupantes a partir de 2027, o que poderá alterar a distribuição de forças políticas na Casa.





