Michelle reage a veto de propaganda com Bolsonaro: “Perseguição absurda”

A ex-primeira-dama e candidata ao Senado pelo Distrito Federal, Michelle Bolsonaro (PL), criticou a decisão da Justiça Eleitoral que suspendeu uma propaganda de sua campanha com imagens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Michelle classificou a medida como uma “perseguição absurda” e afirmou que a restrição representa uma tentativa de apagar a história do casal. A campanha informou que recorreu da decisão.
“Eu fui proibida de mostrar a imagem do meu marido na minha propaganda eleitoral”, declarou em seu perfil oficial no Instagram.
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A propaganda reunia fotografias de Michelle e Bolsonaro e reproduzia uma declaração atribuída ao ex-presidente sobre uma “missão” dada à esposa. A peça foi questionada pela deputada federal Érika Kokay (PT), também candidata ao Senado pelo Distrito Federal.
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Decisão suspendeu propaganda
O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) determinou a suspensão da propaganda por considerar que o material poderia apresentar Bolsonaro como apoiador da candidatura de Michelle. O ex-presidente está com os direitos políticos suspensos.
A decisão contra a propaganda de Michelle ocorre após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) restringir, em outro processo, o uso da imagem de Bolsonaro em santinhos e materiais impressos que transmitam a ideia de apoio político-eleitoral. A liminar foi concedida pela ministra Estela Aranha em uma ação envolvendo a campanha do deputado estadual Lucas Bove (PL-SP).
No caso de Bove, o TSE determinou que a campanha deixasse de distribuir materiais com a imagem de Bolsonaro até o julgamento definitivo do processo. A restrição não significa uma proibição automática de qualquer fotografia do ex-presidente, mas alcança peças que possam apresentá-lo como apoiador ou responsável por pedir votos para candidatos.





