Maria do Carmo diz que tem certeza de que estará no segundo turno

A candidata ao Governo do Amazonas, Maria do Carmo Seffair (PL), avaliou como positiva a campanha eleitoral e afirmou, neste domingo (4), que tem certeza de que estará no segundo turno das Eleições 2026. Após votar, ela destacou a receptividade recebida durante as atividades de campanha, principalmente nas periferias de Manaus.
“Eu sou uma candidata de gratidão, do reconhecimento das pessoas, principalmente nas ruas, principalmente nas periferias, onde estão as pessoas mais necessitadas. O abraço tem sido a diferença”, afirmou.
Questionada sobre a expectativa para o resultado, ela respondeu que espera a vitória. Após a votação, disse que pretende aguardar a apuração e, posteriormente, celebrar com correligionários e apoiadores que participaram da campanha.
Maria afirmou ainda que acredita estar no segundo turno: “Eu tenho certeza que nós estaremos no segundo turno”, afirmou.
Sobre uma eventual segunda etapa da eleição, Maria do Carmo disse que pretende manter a estratégia adotada durante a campanha. Questionada sobre possíveis alianças, afirmou que elas podem acontecer, mas condicionou qualquer acordo à convergência de valores e princípios.
“É possível sim. Por que não? A gente vai ver aí como é que vai ser, desde que haja identidade de valores e princípios”, declarou.
Críticas ao uso da máquina pública
A candidata do PL classificou a campanha como difícil e afirmou que houve desigualdade na disputa em razão, segundo ela, do uso da estrutura pública por adversários.
“É uma campanha difícil porque a gente luta contra três máquinas. E isso torna a campanha muito injusta e desigual”, declarou.
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Também defendeu a criação de mecanismos para impedir, segundo sua avaliação, o uso excessivo da estrutura pública durante campanhas eleitorais.
“Eu acho que deveria haver algum mecanismo que proibisse o uso despudorado da máquina pública pra isso, porque isso torna praticamente inviável uma campanha para qualquer pessoa”, afirmou.
Maria do Carmo também criticou o que chamou de “derrame de dinheiro” durante a campanha e disse que a sociedade deveria discutir o uso de recursos e estruturas públicas no processo eleitoral.





