Adjuto conta com neutralidade de Omar e amizades na Aleam

O presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), Adjuto Afonso (União Brasil), conta com a neutralidade anunciada pelo governador eleito, Omar Aziz (PSD), e a capacidade de agregar diferentes correntes políticas que estarão na nova composição da Casa para se manter na chefia do poder ao menos no primeiro biênio.
Decano isolado da Aleam, Adjuto vai cumprir o sétimo mandato, o sexto seguido, a partir de fevereiro de 2027 e igualando o número de mandatos de Sinésio Campos (PT), que não se reelegeu neste ano.
Ao longo dessa trajetória, ele construiu um perfil de parlamentar conciliador e dificilmente entrou em bolas divididas com os colegas, tanto que na eleição para a presidência deste ano, após Roberto Cidade assumir o governo tampão, obteve 19 dos 23 votos possíveis.
Do grupo que votou nele em 15 de julho, onze estarão de volta a casa em 2027:
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Adjuto Afonso (União)
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Abdala Fraxe (Avante)
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Cabo Maciel (PL)
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Carlinhos Bessa (União)
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Cristiano D’Angelo (MDB)
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Débora Menezes (PL)
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Delegado Péricles (PL)
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Dr. George Lins (União)
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Felipe Souza (Podemos)
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Mário César Filho (União)
- Wanderley Monteiro (União)
Os cinco deputados que votaram contra a eleição de Adjuto sinalizam a resistência que ele terá para se manter na chefia do Poder Legislativo a partir de 2027. Estão nesse grupo a vice-governadora eleita, Alessandra Campelo (PSD), os dois nomes mais fortes do partido de Omar que já estão em campanha, deputados Ednaílson Rozenha e Wilker Barreto, além da deputada Mayra Dias, esposa do ex-prefeito de Parintins Bi Garcia, nome forte do próximo governo e cotado para assumir a Casa Civil de Omar.





