Doação de sangue tem novas regras a partir de setembro

A doação de sangue terá novas regras em todo o Brasil a partir de 30 de setembro de 2026. O Ministério da Saúde publicou uma atualização das normas que regulamentam todas as etapas da hemoterapia, desde a coleta e o armazenamento até o transporte, a distribuição e a transfusão de sangue. O objetivo é reforçar a segurança dos pacientes e padronizar os procedimentos adotados em todo o país.
Hospitais, hemocentros e demais serviços especializados terão 90 dias para adequar seus processos internos. Segundo o ministério, as novas diretrizes também buscam tornar a rede de hemoterapia mais eficiente e confiável, embora ainda não tenham sido detalhadas todas as mudanças que serão percebidas pelos doadores.
O que muda?
O Ministério da Saúde informou que a atualização envolve novos protocolos para coleta, armazenamento, transporte e transfusão de sangue. Os detalhes operacionais deverão ser implementados pelos serviços de hemoterapia durante o período de adaptação.
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As novas regras não alteram a importância da doação de sangue, que continua fundamental para atender vítimas de acidentes, pacientes em cirurgias, pessoas em tratamento contra o câncer e portadores de doenças que necessitam de transfusões frequentes.
O que fazer antes de doar sangue?
Quem pretende doar sangue deve seguir algumas orientações para garantir a segurança da doação. É recomendado estar em boas condições de saúde, estar descansado, ter dormido pelo menos seis horas na noite anterior e estar bem alimentado, evitando alimentos gordurosos nas horas que antecedem a doação. Também é importante apresentar um documento oficial com foto.
Em geral, podem doar sangue pessoas entre 16 e 69 anos (menores de 18 anos precisam de autorização dos responsáveis), com peso mínimo de 50 quilos e que atendam aos critérios de avaliação clínica realizados no hemocentro. Antes da coleta, todos os candidatos passam por uma entrevista para verificar se estão aptos a doar.
Mesmo com a atualização das regras, o Ministério da Saúde reforça que a doação continua sendo um gesto voluntário e essencial para manter os estoques de sangue e garantir o atendimento de pacientes que dependem de transfusões.





