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Cartório nega nome criado com ajuda do ChatGPT e casal recorre à Justiça para registrar filho

Uma semana depois, o pedido foi autorizado, e o bebê foi oficialmente registrado como Caevi no dia 22 de dezembro
08/01/26 às 22:07h
Cartório nega nome criado com ajuda do ChatGPT e casal recorre à Justiça para registrar filho

(Foto: Reprodução/Redes Sociais)

A empresária Fernanda Araújo de Sousa, de 29 anos, de Belo Horizonte (MG), enfrentou dificuldades para registrar o nome do filho após o cartório se recusar a aceitar o nome Caevi, criado com ajuda do ChatGPT. O pedido foi negado inicialmente porque o cartório não encontrou origem oficial para o nome.

Fernanda conta que sempre quis um nome diferente para o filho. “Eu e o meu marido queríamos um nome que fosse diferente, curto e forte”, explicou. Após pesquisar diversas opções, o casal pediu sugestões ao ChatGPT, que apresentou o nome Caevi. O significado simbólico “vida que vem do céu” fez com que os dois se identificassem imediatamente com a escolha.

O bebê nasceu em 13 de dezembro e, dois dias depois, o pai foi ao cartório para fazer o registro, mas recebeu a negativa. A situação causou desespero na família. “Confesso que bateu um desespero e até chorei, pois todo mundo já estava acostumado com o nome”, relatou Fernanda.


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Diante da recusa, o casal recorreu à Justiça. O juiz solicitou uma carta escrita à mão pela mãe confirmando a intenção de registrar o filho com aquele nome. Uma semana depois, o pedido foi autorizado, e o bebê foi oficialmente registrado como Caevi no dia 22 de dezembro. “Meu bebê já tinha cara de Caevi. Não tinha como ser outro nome”, comemorou.

(Foto: Reprodução/Redes Sociais)

A história ganhou repercussão nas redes sociais após Fernanda publicar um vídeo contando a experiência, que ultrapassou 200 mil visualizações. Segundo ela, a intenção era informar outras famílias sobre a possibilidade de recorrer à Justiça quando há negativa no cartório, embora o nome tenha dividido opiniões entre os internautas.