Representante da Belle Femme fala sobre retorno de Cleusimar e nega seita

A representante da Belle Femme, Claudiele Silva, afirmou que a equipe do salão passou por um período difícil após a prisão de Cleusimar Cardoso, mãe de Djidja Cardoso, mas manteve a confiança na empresária e na família.
Em declaração sobre o retorno de Cleusimar ao convívio da família e da empresa, Cláudiele afirmou que a equipe se manteve de pé pela fé e pela expectativa de que a versão defendida por eles fosse esclarecida.
“Todo mundo sabe que foi muito difícil, o nosso recomeço sozinhos foi muito difícil, mas o que nos manteve em pé foi a nossa fé, a nossa fé na empresa, a nossa fé na dona da empresa. A nossa fé na verdade, e que uma hora essa verdade viria à tona”, afirmou.
Na sequência, Silva contestou as acusações que levaram à condenação de Cleusimar, afirmando que, antes do caso, nunca havia presenciado situações relacionadas a drogas ou a uma suposta seita dentro da empresa.
“A grande verdade é que não existe seita, que não existe crime nenhum, que não existe tráfico de droga pelos crimes que nós fomos acusados”, declarou.
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A afirmação representa a posição da representante da Belle Femme. Cleusimar foi condenada pela Justiça do Amazonas por tráfico de drogas e associação para o tráfico e não foi absolvida das acusações. A saída de Cleusimar representa, segundo a representante, um novo ciclo.
“Representa o novo começo, representa o novo ciclo, o novo ciclo da história dela, o novo ciclo da Família Belle Femme, o novo ciclo de toda essa história que repercutiu nacionalmente e internacionalmente”, afirmou.
A Vara de Execução Penal da Comarca de Manaus determinou, em 28 de setembro, a progressão de Cleusimar para o regime semiaberto, após reconhecer 304 dias de remição da pena. A decisão também estabeleceu o uso obrigatório de tornozeleira eletrônica.
A progressão de regime não altera a condenação nem representa absolvição. Cleusimar continua cumprindo a pena, agora em regime semiaberto.





