Paralisação do transporte estudantil foi ato “covarde”, diz deputado na Aleam

O deputado estadual Sinésio Campos (PT) criticou, nesta quinta-feira (5/11), a paralisação do transporte estudantil em Manaus e classificou o movimento como “covarde” e “irresponsável”.
O parlamentar afirmou que a interrupção prejudica estudantes e trabalhadores da educação e cobrou diálogo entre o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram), a Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) e o Governo do Estado.
“É uma paralisação ilegal, covarde e irresponsável”, afirmou o deputado ao comentar o movimento.
Sinésio defendeu que as partes busquem uma solução por meio da negociação.
“É preciso que o Sinetram dialogue com a Assembleia Legislativa e com o Governo do Estado. O interesse público tem que estar acima de qualquer disputa”, declarou.
O parlamentar também cobrou transparência sobre os custos do transporte coletivo na capital e pediu a divulgação da planilha de despesas do sistema.
“Precisamos abrir essa planilha de custos para saber quanto custa realmente o transporte público de Manaus”, defendeu.
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Além de criticar a paralisação, o parlamentar defendeu a ampliação do passe livre para estudantes universitários e propôs que Manaus discuta a possibilidade de oferecer transporte coletivo gratuito para toda a população.
“Temos que discutir o passe livre para os universitários e também a gratuidade do transporte para toda a população”, afirmou.
O deputado também criticou o momento escolhido para a paralisação, em novembro, período em que estudantes e trabalhadores da educação precisam manter suas atividades.
Para Sinésio, a situação não deve ser resolvida apenas na Justiça e defendeu que o Sinetram e o poder público mantenham as negociações para evitar novos prejuízos aos usuários do transporte.





