A jornalista amazonense Wanda Chase morreu, na noite desta quarta-feira (02/04), após passar por uma cirurgia de aneurisma em um hospital de Salvador, na Bahia. Ela se mudou para a capital bahiana em 1991, onde se consolidou como comunicadora.
A família informou que Wanda estava com problemas de saúde há cerca de um mês. Ela foi diagnosticada com uma infecção urinária e, em seguida, uma infecção intestinal. A jornalista foi internada às pressas na quarta-feira (02/04) com aneurisma dissecante da aorta (quando a maior artéria do corpo se rompe), precisou passar por uma cirurgia, mas ela não resistiu e morreu na unidade de saúde.
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Em nota, a família de Wanda lamentou o falecimento dela e destacou que a jornalista foi uma “mulher pioneira e inspiradora na luta pela igualdade racial e pela representatividade na mídia”.
“Nascida no Amazonas, Wanda Chase construiu uma carreira exemplar no jornalismo, passando por importantes veículos de comunicação, como o Jornal A Crítica, Rede Manchete, Tv Cabo Branco, Rede Globo Nordeste e por último, a convite, por 27 anos na Tv Bahia. Além de sua destacada atuação como repórter, editora, colunista e apresentadora, Wanda Chase foi uma militante incansável do movimento negro, lutando por mais visibilidade e inclusão para as comunidades afrodescendentes”, diz trecho do comunicado.
Antes de deixar o Amazonas, Wanda Chase passou pelo Jornal A Crítica. Depois, ela se mudou para a Bahia e construiu uma carreira passando por importantes veículos de comunicação, como a Rede Manchete, Tv Cabo Branco, Rede Globo Nordeste e por último, a convite, por 27 anos na Tv Bahia.
Despedida
O enterro de Wanda deve acontecer no sábado (05/04), no Cemitério Campo Santo, quando os familiares chegarão na Bahia.